Zero Acidentes: Você conhece o CAT?
19 de Março de 2019
Manual da Segurança: Trava quedas
21 de Março de 2019

Você sabe o que é a gestão de riscos dentro de uma empresa? O seu nome é bastante direto, contudo, não revela todas as facetas do seu trabalho e importância.

Qualquer ambiente de trabalho apresenta algum risco aos seus trabalhadores, seja um simples escritório cheio de computadores, a reforma de uma casa, ou mesmo o enorme canteiro de obras de um prédio.

Não vê onde esses locais podem estar interligados? Bem, uma resposta simples para isso é nos riscos ao trabalhador. Claro, em alguns cenários há uma maior probabilidade de acidentes sérios, contudo, isso não exclui a necessidade de uma gestão de riscos eficientes em todos eles.

Curioso para saber mais sobre esse tema? Continue lendo esse texto, e enriqueça ainda mais os seus conhecimentos sobre segurança do trabalho.

O QUE É A GESTÃO DE RISCOS?

Também conhecida pela nomenclatura gerenciamento de riscos, essa nada mais é que um conjunto de atividades com um único objetivo em comum, controlar de forma a neutralizar ou diminuir as potenciais ameaças presentes em todo o ambiente de trabalho.

Não importa a manifestação do risco perigo dentro do ambiente de trabalho, deve-se haver a movimentação e a criação de um plano com foco na promoção da segurança dos funcionários.

Apesar de ser uma definição simples, esse é um processo que pode ser um grande desafio para inúmeras empresas. Afinal de contas, a gestão envolve identificação, administração, condução e prevenção.

Para realizar tudo isso com presteza é necessário ter uma equipe atenta e muito bem treinada. Ademais, também é válido ressaltar que esse é um processo contínuo e, muitas ações para a manutenção da seguridade necessitam de acompanhamento constante.

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE RISCO

Já imaginou subir alguns lances de escada sem um corrimão? Vamos piorar esse cenário um pouco, esse lance de escadas está em um prédio em construção e está ventando bastante.

Nesse cenário, fica fácil ver a necessidade de uma medida de segurança como o corrimão. Ele não somente impedirá o acidente caso venha a acontecer, mas também confere muito mais segurança a todos os trabalhadores que necessitam transitar por aquela área.

Além disso, também existem outros benefícios do porquê investir na gestão de risco:

  • Evitar perdas financeiras

O acidente dentro do ambiente de trabalho vem atrelado a diversos malefícios, dentre eles o prejuízo financeiro. Afinal de contas, existe toda uma responsabilidade para com o funcionário e o local fica interditado até que tudo seja normalizado.

Não somente, ao resolver as problemáticas ligadas a segurança do trabalho, também se evita possíveis multas por não estar em concordância com o determinado por lei.

  • Otimização de recursos

Uma vez que todos os riscos estão mapeados, há também a possibilidade de otimizar os recursos a fim de ajudar no controle do mesmo ou ainda movimentar para outros ambientes, já que ali não são mais necessários.

  • Aumento da produtividade

Assim como no exemplo acima, quando um risco é remediado total ou parcialmente a equipe se sente mais confiante. Isto, claramente, tem resultado direto na produtividade de todos.

O QUE UMA ANÁLISE DE RISCO CONTEMPLA?

Existem inúmeros riscos, inclusive alguns que não estão necessariamente ligados a segurança do trabalho, como pode ver abaixo:

  • acidente de trabalho ou ambiental;
  • doenças ocupacionais;
  • perda de funcionário-chave na entidade;
  • perdas de estoque;
  • problemas causados pelos fornecedores;
  • problemas de projeto;
  • problemas em insumos;
  • processos judiciais;
  • processos trabalhistas; dentre outros.

Dessa forma, podemos ver que a gestão de risco não é só voltada a probabilidade de acidentes de trabalho, mas às mais diversas facetas de um empreendimento.

COMO FAZER UMA BOA GESTÃO DE RISCO

Para fazer uma boa análise de riscos é necessário entender que estes normalmente são compostos por 3 itens: evento, consequência e causa. Ademais, também é necessária uma metodologia padronizada para ter resultados congruentes com a realidade.

Vamos a um passo a passo de como a gestão de risco pode se dar:

1) Identificação e análise

A primeira etapa sempre será realizar um pente fino por toda organização, realizando um estudo minucioso sobre o negócio, levantando dados importantes e relevantes para responder às questões levantadas.

A análise em si pode assumir dois tipos:

  • Qualitativa: quando se procura compreender os processos;
  • Quantitativa: quando se procura enumerar os riscos, seus impactos e danos.

2) Análise dos acidentes e incidentes prévios

Outro passo muito importante é analisar todo o histórico da empresa no quesito acidentes de trabalho (uma vez que o foco desse texto está neste âmbito, salientamos que a análise de risco envolve muito mais).

A metodologia da árvore de causas vem bem a calhar nesse momento onde se procura a raiz dos problemas.

3) Desenvolvimento de planos de ação

Uma vez que todos os problemas tenham sido identificados, está na hora de desenvolver os planos de ação para solucionar essas problemáticas.

Nesse momento é necessário ter uma equipe especializada, até mesmo para procurar a legislação específica determinada pelos órgãos competentes.

4) Alteração de processos, práticas e comportamentos

Agora que os planos já foram traçados, está na hora de colocá-los em prática. É importante comunicar toda a equipe do que está acontecendo, deixando-os por dentro das conclusões e ações que serão implementadas.

Procure sempre capacitar todos os funcionários nessa etapa, isso os deixará mais engajados com a mudança.

5) Monitoramento

Claro, todas as ações devem ser cuidadosamente monitoradas a fim de garantir a sua eficiência, afinal de contas, elas não necessariamente serão 100% efetivas. Podem necessitar de ajustes ou mesmo serem repensadas.

Quer saber mais sobre a gestão de riscos ou outros temas de segurança do trabalho? Deixe uma sugestão via e-mail ou pelo Facebook e aproveite para entrar em contato conosco para tirar dúvidas.

E-mail: marketing@bunzlepi.com.br

Lembre-se: sempre verifique o CA antes de usar o EPI